terça-feira, 18 de agosto de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Eis o verso
Vejo nas entrelinhas
um mar de coisas
que não descubro
que me encobrem
e eu possuo
.
Um mistério
Coberto de areia
e nuvem roxa
e eu não possuo
.
Mas todo verso
é aparelhado para o mistério
cantado e não descoberto
.
Todo verso
é encoberto
por um mistério
protegido e calado
e eu canto para
Descobrí-lo
um mar de coisas
que não descubro
que me encobrem
e eu possuo
.
Um mistério
Coberto de areia
e nuvem roxa
e eu não possuo
.
Mas todo verso
é aparelhado para o mistério
cantado e não descoberto
.
Todo verso
é encoberto
por um mistério
protegido e calado
e eu canto para
Descobrí-lo
sábado, 16 de maio de 2009
[Violar]
terça-feira, 12 de maio de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Surgir
sábado, 21 de março de 2009
Mandá-la
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Ciranda que não passa

Do Livro O Quilombismo de Abdias Nascimento Pág. 161 6ª frase
"Quero encerrar esse documento reafirmando minha confiança nos jovens negros do Brasil"
Uma tentativa desesperada para a ciranda eterna de Betina
.
Que não importa a confiança
Não importa a clareza
A negrura sempre encobre
caráter ou riqueza
.
Estão dividos
favelas e cadeias
Escritórios, hospitais
Existe sim negro forte
para preservar os ancestrais
.
Há uma fúria que pulsa
desmascarando a poluição
Legitima defesa
pondo fim a imitação
.
Não apague a memória
Aqui se alimenta do passado
Não queria diferença,
mas tentam roubrar nosso legado
.
Negro todo
A liberdade já vem
Só falta mostrar ao branco
O que é dele, é meu também!
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