A carne crua, lisa
tão intensa, viva
Parte de mim canibal
Tira a roupa, pele e todas suas dermes
a carne crua de pudor
a carne nua
sem pudor
Vem dilatar
No corpo um calor amoroso
Vem libertar
sentimentos tépidos
para mandar depressa embora
Ora, nesse corpo só habita
ardente
Paixões e excessos!
domingo, 26 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
Aura do amor
sábado, 20 de setembro de 2008
Atabaque chora, chora também meu coração

Não tarda, o atabaque chora
O chão treme, o coração acelera.
E VOCÊ?
VOCÊ SERÁ OBRIGADO A ME CORRESPONDER!
O atabaque interior que grita
O som despertando a alma
Fragor!
Vai te acordar [verdade verdadeira]
Sinta o arrepio que vem do fundo
Admissão.
Algo vai suplicar sua atenção.
Sua pele, sua mente, TODOS SENTIDOS, coração...
Sobreviva.
Raízes vão impedi-lo de andar
Raízes vão silenciar
E deixar seu corpo-vida soluçar
É o barulho do atabaque
Fazendo-te dançar.
O chão treme, o coração acelera.
E VOCÊ?
VOCÊ SERÁ OBRIGADO A ME CORRESPONDER!
O atabaque interior que grita
O som despertando a alma
Fragor!
Vai te acordar [verdade verdadeira]
Sinta o arrepio que vem do fundo
Admissão.
Algo vai suplicar sua atenção.
Sua pele, sua mente, TODOS SENTIDOS, coração...
Sobreviva.
Raízes vão impedi-lo de andar
Raízes vão silenciar
E deixar seu corpo-vida soluçar
É o barulho do atabaque
Fazendo-te dançar.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Espelho
Qual canto pode fazer-nos dançar?
Quando não tropeçar?
Quando soltar as mãos, para na contradança se achar?
E Quando me guiar?
Quando saber que acabou?
E Quando a luz se apagar?
Quando acreditar no instante?
Quando acreditar em alguem?
Quando acreditar no amor?
Quando declarar?
Quando aprender?
Qual canto pode fazer-nos dançar?
Quando nao tropeçar.
Quando soltar as mãos, para na contradança se achar?
Quando me guiar.
Quando saber que acabou?
Quando a luz se apagar.
Quando acreditar no instante?
Quando acreditar em alguem.
Quando acreditar no amor?
Quando declarar.
Quando aprender?
Amar se aprende amando.
Quando não tropeçar?
Quando soltar as mãos, para na contradança se achar?
E Quando me guiar?
Quando saber que acabou?
E Quando a luz se apagar?
Quando acreditar no instante?
Quando acreditar em alguem?
Quando acreditar no amor?
Quando declarar?
Quando aprender?
Qual canto pode fazer-nos dançar?
Quando nao tropeçar.
Quando soltar as mãos, para na contradança se achar?
Quando me guiar.
Quando saber que acabou?
Quando a luz se apagar.
Quando acreditar no instante?
Quando acreditar em alguem.
Quando acreditar no amor?
Quando declarar.
Quando aprender?
Amar se aprende amando.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Aphros
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Mônada
Mônada de mim diluída
Vê-se trancada em si
E cresce... se esvai
E desmorona... Quando alcança o corpo inteiro
Que hoje já não me serve.
Que ontem fez o corpo
Hoje é líquido, apenas.
Que só faz parte da palavra
Que hoje já não me serve mais
Que não sei onde encontrar.
Ela que esteve presente sem estar
Hoje não me serve mais, porque
Agora sei que para dar forma ao corpo
Não precisa pensar.
Substancia simples ativa, indivisível, de que todos os corpos são feitos Segundo Leibnitz
Vê-se trancada em si
E cresce... se esvai
E desmorona... Quando alcança o corpo inteiro
Que hoje já não me serve.
Que ontem fez o corpo
Hoje é líquido, apenas.
Que só faz parte da palavra
Que hoje já não me serve mais
Que não sei onde encontrar.
Ela que esteve presente sem estar
Hoje não me serve mais, porque
Agora sei que para dar forma ao corpo
Não precisa pensar.
Substancia simples ativa, indivisível, de que todos os corpos são feitos Segundo Leibnitz
sábado, 6 de setembro de 2008
Dor desigual
Um chá para dor na alma
Um chá.
Que tenha poder de curar a dor na alma
Poder.
Compressa na ferida, reanimação.
Re-respiração.
Um chá para o desconserto
Costurar.
Um remédio para a dor, por favor,
Com solução; um que segure a mão, desamarre o coração, acabe com a erosão.
Milagre.
Agora, sem hora, vou embora, mesmo erma.
É preciso que haja a devolução de mim mesma.
1,2,3 e já!
Um chá.
Que tenha poder de curar a dor na alma
Poder.
Compressa na ferida, reanimação.
Re-respiração.
Um chá para o desconserto
Costurar.
Um remédio para a dor, por favor,
Com solução; um que segure a mão, desamarre o coração, acabe com a erosão.
Milagre.
Agora, sem hora, vou embora, mesmo erma.
É preciso que haja a devolução de mim mesma.
1,2,3 e já!
Assinar:
Postagens (Atom)

